Quarta-feira, 29 de Fevereiro, 2012

Nota doCCDLC, Esta memória descritiva corresponde a um projecto de voluntariado de uma Jovens  Madeirenses, Marisa Oliveira e Beto Martins , realizado em Moçambique de 28 de Junho a  30 de Julho , na Missão da Congregação dos Padres Dheonianos no Alto Molócué - Zambésia

A divulgação que oCCDLCpretende efectuar enquadra-se na comemoração dos 20 anos da InstituiçãoCCDLC, concretamente a perspectiva simbólica da solidariedade social e voluntariado nos próximos anos.Com efeito são tantas as oportunidades e desafios que requer pelo menos debate alargado e efeitos úteis

 

 

 

De Funchal a Maputo, choque entre realidades

Com a chegada a Maputo tivemos conhecimento de uma nova realidade que se debateu com as nossas emoções. O nosso espanto aumentava cada vez que atravessávamos as ruas da capital de Moçambique. A mistura de sentimentos invadiu-nos entre o choque e o fascínio. O choque avassalou-nos de tal forma por causa da pobreza extrema que testemunhávamos. A nossa viagem parecia ter sido no tempo e não no espaço. Nas nossas mentes só passava a questão de como é possível esta realidade se manter em pleno século XXI. Mas, felizmente, o choque foi-se dissipando, sendo este substituído pelo fascínio que tinha origem no cumprimento, no sorriso e na alegria das crianças.

 

 

Nampula, Boas Vindas, tanta alegria

Em Nampula fomos recebidos com as boas vindas cantadas por umas jovens, residentes locais, que nos fizeram corar de tanta emoção. A sua boa disposição criou em nós uma certa vergonha pelo facto de o nosso mundo ocidental não possuir tanta alegria e no entanto possuir tantos bens materiais. O contraste das realidades faz-nos pensar que na mala trazíamos sonhos por realizar e solidariedade para oferecer mas após algum tempo fomos nós é que recebemos.

Alto Molócué Mãe Natureza

A viagem até ao nosso destino final (Alto Molócuè) deu-nos a possibilidade de apreciar as lindas paisagens do interior de Moçambique e admirar as magníficas coisas que a Mãe Natureza nos proporciona mas que muitas vezes estamos demasiado alienados para percebermos. Chegámos de noite, com o cansaço a se apoderar de nós e por isso só no dia seguinte é que nos foi possível admirar o fantástico nascer do Sol em território africano.

 

publicado por Renato Costa às 17:58

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